COMPROMISSO ESPIRIUAL


COMPROMISSO ESPIRITUAL O MESTRE E A NINFA

                Salve Deus!
                Diante de uma narrativa técnica e extremamente delicada com palavras colocadas simetricamente a Doutrina do Amanhecer nos coloca no direcionamento de vasculhar nosso interior e corrigir traumas presentes e aqueles originários da instabilidade de nosso comportamento nessas vinte e uma encarnação que tivemos nesse terceiro plano.
                Nessa atual encarnação como missionário dessa doutrina, viemos com uma liberdade de tomar decisões que nada lembra os claustros e os monastérios cujas paredes se assemelhavam aos calabouços frios da idade média.
                Vez por outra, ouvimos histórias contadas ou sugeridas por nossas Entidades sobre reencontros, infelizmente motivados por questões das possibilidades das interferências espirituais as quais, são causadas por espíritos cuja frequência vibratória é permitida pelo Doutrinador e , dessa forma, o Apará fica a mercê desses espíritos, situações ou comunicações em que há um compromisso doutrinário  e missionários entre duas pessoas na doutrina.
O que as vezes causa imensa confusão e posterior transtorno é a que nível estará esse comprometimento. Considerando a necessidade do reajuste cármico e missão espiritual, Mestre e Ninfa começam a caminharem juntos. Primeiramente esse relacionamento é estritamente espiritual onde a Ninfa emite na força decrescente do Mestre e mesmo os dois ou um deles sendo comprometido as coisas fluem naturalmente.
A medida que esse relacionamento espiritual se estreita, os bônus adquiridos, o próprio quantum energético cria um campo propício para que as heranças transcendentais possam florescer.
Diga-se “heranças transcendentais”, como tudo aquilo que aquele casal nessas vinte e um encarnações viveram acertando e desacertando.
No poder da Cabala e sua ação transformadora, as divergências e principalmente as convergências sentimentais como cargas energéticas são assimiladas em toda a sua força pelo Mestre e Ninfa, que se trabalhares e resistirem a força da ação física e da alma, conseguirão cumprir sua missão de tal forma que naturalmente, após saldarem suas dívidas , aquele compromisso pode ser desfeito e eles partem para a formação de uma nova força, desta vez com alguém cujo compromisso vai além do espiritual, passam a formar uma família.
                Existe já também a outra possibilidade de que esse compromisso ser apenas espiritual, mas o plexo físico por sua força esmagadora comprime e leva o casal ir além das barreiras doutrinárias, deixando se levar pela força do corpo e havendo a união corpórea e,muitas vezes causando desuniões e provocando um verdadeiro inferno astral. Não muito raro dessa situação algum deles saírem feridos e até deixarem a doutrina.
                Não há uma fórmula exata que mostre claramente qual caminho a tomar, nem tão pouco saber se as comunicações recebidas são reais ou são um processo de interferências.
Sabemos que na regra geral as Entidades não aconselham a união de pessoas em nossa doutrina. Mas como disse Tia Neiva:” Acima de nossas cabeças quem pode dizer o que é bem e o que é mal”. Foi dada  ao Doutrinador a condição de discernir espíritos e é disso que ele deve lançar mão, medianizar-se, ouvir além dos ouvidos físicos...
Gilmar
Adjunto Adelano
Abril-2016