REFLEXOES DOLOROSAS


REFLEXÃO DOLOROSA
                Salve Deus!

                É sabido por alguns como foi a chegada do Livro de leis em nossa doutrina e que quando de sua chegada foi apelidado de “Pode, Não pode”.
                Se tomarmos por base a carta de Tia Neiva dizendo o que é o Doutrinador, vamos observar que hoje fica na dúvida se algum conseguiu atingir a condição narrada pela Clarividente. Certa feita, estando com nosso Trino Ajarã, falando justamente nesse quesito, lhe disse que o único Doutrinador que eu conheci que agia sobre a inspiração da intuição era ele.
                Nesse nosso curto conhecimento sobre mediunidade é incontestável o fator da veiculação de forças quando o Mestre está em campo em sua atribuição mediúnica, principalmente se esse for um comandante de setor, e muito mais um Adjunto Presidente.
                As variações vibracionais ocasionados pela dinâmica da oscilação do carma, seja coletivo ou individual, implica que o médium ausculte sua consciência espiritual e se sintonize com seus Guias e mentores para melhor tomada de posição quantos suas ações no sentido da desobsessão. Mas em nosso sistema técnico mediúnico essa tomada de atitude pode ser coibida não pelo Livro de Leis, mas sim pelo clima psicológico criado sobre ele. Nossa doutrina com seus códigos ritualísticos nos convida  a penetrar  em mundo místico em que teoricamente as possibilidades de exploração de suas nuanças são infinitas.
Palmilhamos entre mundos ou dimensões espirituais que não temos pleno conhecimento, individualidades que habitam e manipulam um outro sem número de forças, temos como instrumento de avaliação conceitos mais religiosos que técnicos e corremos o risco de nos perdermos, voltarmos a velha estrada quando saímos do trilho da conduta iniciática, disso lembramos da frase de Pai Seta Branca quando nos alerta:” Cuidado com as grandes filas que avançam dizendo estar em nome de Deus”. Temos como fator de segurança a nossa percepção mediúnica e as informações dos Olhos de nossa Clarividente, os quais uma grande parte que ainda respeita e segue as orientações de Tia Neiva baseiam sua conduta mediúnica.
E mesmo nosso Livro de Leis, o qual não trata de detalhes em muitos rituais, deixando a mercê da interpretação de muitos, e sem uma definição por parte de nossos gestores, não sabem que caminho a tomar.
Muitos usam a expressão “Estou aqui pelo Pai Seta Branca”, e no entanto parecem não lembrar que toda a codificação de rituais, hierarquia e tudo quanto temos passou pela anuência de Nosso Pai Seta Branca.
                E o simbolismo das trintas moedas continua presente em nosso meio, vendilhões presentes em nosso templos, e mais um vez lembro de nosso Trino Ajarã quando afirmou que estamos vivendo um estado romano reencarno em nosso meio.
                “Pérolas perfeitas para enfrentar aqueles que passaram o tempo de brincar” (Tia Neiva) e o mais alto poder iniciático implantado na transição deste terceiro milênio sofre pelas ações puramente humanas de alguns de seus componentes, e certa vez nossa Clarividente triste exclamava: Eles não entenderam nada” “Vou embora para minha casa, para meu mundo, pois sou uma velha coroca e estou envergonhando vocês”
                Esperamos um milagre numa doutrina que explica a ausência dos mesmos, aguardamos um Johnson Plata que ainda não veio,e muitos não dão valor aos herdeiros legítimos desse sistema que são nossos Trinos Presidentes Triadas classificados pela Clarividente. Defendemos ardorosamente nossos conceitos, no radar dizemos em alto e bom tom, regras de conduta aos nossos irmãos que estão chegando, mas muitas vezes não ouvimos nossa própria voz.
                E não é novidade, sem entrar no  mérito da verdade , ouvirmos em trabalhos como Angical, Trono Milenar um outro Jaguar já desencarnado envergonhado  e arrependido de não aproveitar a oportunidade de ser um médium dessa doutrina.
                Alertai missionários!

Gilmar Adelano