ALEDÁ

ALEDÁ PONTO DE INTERCAMBIO DE FORÇAS ESPIRITUAIS
            Salve Deus!

            Estar em pleno contato com a divindade sempre foi um dos pontos altos a ser atingido pelo ser humano dessa forma, altares e os próprios templos suntuosos e majestosos foram erigidos para abrigar essa divindade.
Os templos gregos ressaltavam em beleza e graça para dar abrigo a Zeus, Apolo, Atena e tantos outros deuses gregos. Após o advento da implantação do cristianismo as igrejas com suas torres procuravam em suas alturas tocar o céu na ideia clara de estar mais próximo de Deus.
            O Templo nasceu do pensamento grego onde seus sacerdotes olhavam o céu e lá encontrando uma janela, ou porta interdimensional marcavam o chão, então ali era construído o templo.
            Tia Neiva quando foi construir a estrela candente, com uma varinha na mão, olhava para o céu e então sem nenhuma ajuda de nenhum engenheiro marcou os dois triângulos entrelaçados e então surgiu nossa estrela candente.
Então o Templo é o lugar onde abriga o sagrado, onde o homem se individualiza em sua fé, dando oportunidade para que seu espirito se liberte e alcance os altos níveis de consciência fazendo então, o intercâmbio entre a terra e o céu.
            Para nós da Doutrina do Amanhecer, para começar uma missão é relativamente simples; o Jaguar escolhe uma casa simples e ali começa a cultura de seus adeptos, logo depois com a formação do povo escolhe um terreno e parte para a construção definitiva do templo.
 Em nosso caso há dois tipos de templo; o Templo fechado que realiza uma série de rituais diários, onde os pacientes aguardam por mais tempo o atendimento; e os Templos ao céu aberto que abriga rituais mais elaborados e complexos como a Estrela candente e Estrela Sublimação.
            O jaguar é um indivíduo bastante místico, nossas cores e formas condicionam essa situação, assim ele mergulha nesse mundo colorido e com formas arquitetônicas diferenciadas. Para alguns estar ainda mais conectado com essas dimensões espirituais é importante, daí nasceu a ideia do ALEDÁ.
O Aledá físico seria um lugar que o Mestre reserva em sua casa para poder encontrar um ambiente mais propício para essa conexão espiritual. Não há informações oficiais como montar ou dispor os elementos corretamente em um Aledá.
Escolhe um cantinho, dispõe imagens e símbolos de nossa doutrina e ali faz se suas preces e busca a sua espiritualização.
            Porém, é muito importante fazer algumas considerações sobre a utilização do Aledá. Ele  não pode substituir o templo, não é local de fazer incorporações, fazer invocações, ou ações que vise estabelecer uma conexão que implique riscos espirituais para os ocupantes da casa porque ele implantará ali um ponto de força, um local onde os espíritos encontrarão um canal para poder estabelecer as mais variadas formas de contato.
Tentando explicar: As energias ou correntes espirituais estão dispersas e dispostas no universo e obedecem a duas leis bastantes claras que é a emissão e recepção de forças, portanto, para que haja uma conexão entre os elementos físicos(humanos) e espirituais é necessário que haja um emissor e um receptor! O risco é que quando se invoca uma força o Mestre ou Ninfa não sabe realmente quem está invocando e pode acontecer que um espirito sofredor, ou espíritos sofredores, invocados ou conectados por aquele médium ou médiuns não ter a proteção da corrente Mestra, pois no Templo a corrente Mestra dá essa proteção, esteja mais vulnerável ou seu padrão vibratório um pouco baixo e aquele espirito passa-se por uma entidade de luz e forma uma espécie de parasitismo mediúnico alimentando-se da energia das pessoas que habitam aquele local. Mesmo que o Doutrinador ali faça suas elevações, aquele espirito não irá para tratamento, pois já se acostumou com a energia daqueles moradores trazendo então distúrbios mediúnicos e psicológicos para aquela residência.
            Não há nenhum problema em ter um Aledá em casa a prudência é não transformá-lo na extensão do templo, na realidade ainda não temos pleno domínio das manipulações de forças espirituais, contamos coma intuição que é dada ao médium Doutrinador, já o Apará por sua condição de recepção de forças pode ficar a mercê de determinados espíritos e ser o condutor de energias que ele não tem pleno domínio...
            Tia Neiva de um outro Aledá, aquele que construímos em nosso íntimo um templo etérico que a cada dia segundo nossa conduta doutrinária e bônus adquiridos ele torna-se mais concreto, mais vivo em nosso coração.
            Gilmar
Adjunto Adelano