TRABALHO DE PRISÃO

TRABALHO DE PRISÃO


            Salve Deus!

            “Jesus prescreverá vossos restos cármicos e melhor cumprireis vossa missão”
            Esse texto mostra a mais uma forma do Jaguar concedido pela espiritualidade para saldar suas dividas espirituais, a prisão.

            Tecnicamente o trabalho de prisão é uma montagem de um grande tribunal onde os espíritos são levados para verem aqueles que são seus algozes ser “julgados”.

Porém o trabalho é muito mais que essa remontagem , antes que o mesmo aconteça já foi feito todo um caminho, uma preparação para isso aconteça.

Ao entrar na doutrina tornando se um centurião,o Mestre ou Ninfa, já teve seu plexo físico e espiritual adequado,transformado, moldado para produzir,coletar bônus, os quais são “depositados” fazendo uma analogia humana, nas contas de seus cobradores.

Também é preciso considerar que o Jaguar melhora,purifica seu plexo, melhorando sua forma de ser e dessa forma ele é apresentado ao tribunal espiritual pelo seu Guia espiritual, este o leva aos  Mentores que revêem sua folha de serviço nessa encarnação  e dessa forma no processo de mudança de roupagem ele liberta,reajusta-se com os cobradores que na época escolhida pelos mentores conduz a libertação.

Essa libertação, em sua fase prática acontece quando num processo intuitivo, o médium tocado por essa energia transcendental assume a prisão.

Ao ionizar-se de sal e perfume no local determinado em seu templo , o médium passa já a ser um prisioneiro da espiritualidade maior, sua áurea é modificada, a sua  configuração espiritual é alterada, pois seu Guia traz aquele que deve ser libertado e o aproxima da áurea do prisioneiro por um período de 8 a 15 dias solares.
           
A sua conduta nesse período deve ser mais cristianizada , mas também é necessário lembrar que não é necessário assumir  uma postura excessivamente santificada pois o cobrador o conhece mais que o jaguar possa imaginar, pois ele o acompanha há varias encarnações e nessa. Honestidade de propósito é a melhor forma de adquirir essa libertação.

Durante o período em que estiver preso o prisioneiro tem a sua disposição além dos trabalhos espirituais, pegar assinaturas de médiuns , pois as mesmas são transformadas e contabilizadas como bônus , energias luminosas que servirão como uma moeda espiritual para saldar a divida com aquele cobrador, lembrando uma frase de Pai João passamos a entender tudo isso:
            “Nada é de graça, tudo tem sua causa e valor”
            Os bônus ao ser adquiridos, o prisioneiro deve adotar uma postura normal, não se deve estipular a quem está assinando, dando os bônus um número a ser colocado no caderno, deve ser pedido sempre em pé;a quem vai dar o bônus é aconselhável não repetir o  mesmo nome várias vezes.

            Ao prisioneiro aconselha-se não participar de trabalhos que passam correntes negativas, principalmente o Apara, que não deve de forma alguma incorporar sofredores. Os comandantes não devem assumir os comando de estrelas, de retiros e trabalho oficial assim como reino central, embora se não houver como substituí-los, alguns desses trabalhos como da Estrela candente e Presidência do dia , lhe são permitidos suspender temporariamente o trabalho de prisão. No trabalho de Angical pode se suspender o trabalho algumas horas antes do ritual.
            Resumindo; é um trabalho grandioso, que poderíamos compara-lo  numa pobre analogia aos antibióticos de ultima geração que são utilizados para as moléstias difíceis de ser combatidas e devem ser utilizados com prudência e no momento correto.

 Boa sorte

Gilmar
Adjunto

Adelano