NAIR PRIMEIRA APONARA


            
NAIR

Salve Deus!
            O ano era 1985, os Ajanãs tinham um grande união naquela época e pedimos uma com o  coordenador dos templos do Amanhecer Gilberto Zelaya, naquela reunião estava também presente uma ninfa, que em determinado momento disse:
            -Será que uma ninfa Rama Ajanã pode também participar dessa reunião!
Ali conheci pela primeira vez Nair, sua desenvoltura com as palavras mescladas com seu conhecimento me impressionou, daquele momento em diante passei admira-la.
Nas oportunidade de estar com ela sempre vi uma missionária que sempre lutou por aquilo que acredita, o que para alguns pode transparecer outras razões que na verdade pode ser traduzida no empenho de uma Ninfa deste Amanhecer cujo espaço é predominantemente ocupado por homens lutar e conseguir alcançar um espaço para que possa lutar pelas outras missionárias e pela doutrina.
            Disse a ela certa vez que ela tinha força muito grande, que nas reuniões de presidentes ela lia nos olhos daqueles Mestres e Ninfas e já sabia o que estava em seus corações, sua forma de presidir uma reunião de missionárias é firme e consistentemente e mostra por que é uma primeira de Falange. Nos templos por onde passa procura desempenhar uma posição muito difícil que é atender seu Mestre e dar a atenção a todos que lhe procuram.
            Seu conhecimento sobre a doutrina é imensamente grande,conhece os rituais e como eles se processa, seu sorriso só perturbado quando ela está em um ritual onde nada a tira da concentração e de seu posicionamento de missionária.
            Mas como todos nós missionários desse sistema temos um plexo físico, assim sentimos todos os influxos dessa condição de encarnados e, portanto, não somos perfeitos. E assim temos que considerar que apesar do peso da personalidade Nair procura desconsiderá-los e atender as ingerências da condição de Primeira Missionária Aponara e Ninfa do Trino Presidente Triada Ajarã, que para ele sua presença nos locais onde eles está é de suma importância, e quando nosso trino se dirige a ela como “preta”, sentimos essa grande proximidade entre os dois.
            Quando aparece alguma coisa contra ela ou qualquer outro missionário lembro me de uma história que me foi contada  de um monge que após ver uma mãe amamentando uma criança disse ao seu assistente: Que seios lindos ela tem!
E o mestre não tirou aquela frase da cabeça e veio questioná-lo....
Foi quando ele respondeu: Os que vi ficaram no passado!
            Dessa forma convido a todos a deixarem todos os comentários maldosos no passado, quem se achar em condição que fique e pague com seus comentários maldosos.

Gilmar