A DOUTRINA DE SOFREDORES


DOUTRINA DE SOFREDORES
                Salve Deus!
                Sofredor é um título que usamos para designar individualidades encarnadas e desencarnadas que por algum motivo estão passando por algum tipo de patologia e suas células estão em desarmonia, em desequilíbrio, essa condição os faz não entender, não compreender, aceitar sua condição por isso, sofrem.
                No plano físico o homem torna-se um sofredor quando as condições que ele vive não atende suas expectativas, seus desejos. Há também o sofrimento psicológico, emocional, material e até mesmo por sofrer influencias de individualidades desencarnadas que por uma condição vibratória similar pesada é atraído para perto e, numa espécie de osmose, há uma troca de fluidos e de certa forma aquela individualidade passa a ser uma espécie de hospedeiro, fornecendo seu ectoplasma para aquele espirito, que alimentado diariamente “cola”, “encosta” e nessas ações ele passa a tomar o direcionamento da vida do encarnado.
                O espirito quando se encontra na condição de sofredor nos planos espirituais, ele perde a noção de tempo e espaço, muito embora sabemos que tempo é uma medida humana derivada dos movimentos de rotação e translação. Em sua maioria esses espíritos habitam as regiões próximas a Terra e por sua condição densa ou pesada necessita do ectoplasma para se alimentar. Nessas regiões a luz solar não chega e muitos desses espíritos não enxergam, mas conseguem localizar seus algozes através do olfato e do charme ou energia extra etérica onde perfazem suas cobranças.
                Nossa relação com espíritos sofredores é bem maior de que nossa relação com nossos Mentores, é por eles que construímos e vamos aos templos, igrejas e ambientes religiosos com nossos rituais, preces e cânticos na busca de evolui-los e devolve-los a sua rota ou jornada evolutiva original.
Em nossa doutrina tudo que fazemos é direcionados a esses espíritos, na manipulação ritualística mediúnica produzimos energia que é direcionada ao sofredor para sua cura, seu reestabelecimento e sua cura, é o que chamamos de cura desobsessiva.
                Em nosso meio ritualístico doutrinário há rituais ou trabalhos em que a troca, ou manipulação da energia direcionada a esses espíritos é mais diferenciada e necessita do elemento da comunicação onde há um reencontro entre cobrado e cobrador, na doutrina do Amanhecer somente no Angical e Trono Milenar é permitido conversar, dialogar com o espirito sofredor.
Não há uma fórmula que diga que essa doutrinação ou conversa com esse espirito deve ser dessa ou de outra maneira, existe a chave de entrega, mas como se portar, conversar com o sofredor é algo mais complexo e depende muito com que se está conversando, pois há espíritos que estão em níveis evolutivos bastante diferenciados e muitos deles com conhecimentos que podem ultrapassar o do Doutrinador que ali está tentando doutrina-lo. Mas há algumas questões que se deve levar em consideração:
                1-A nossa doutrina por sua condição cabalística e assistidas por individualidades altamente evoluídas não emprega a força bruta e nem tão pouco entra no campo da punição.
                2-Quando um espirito é conduzido a esses rituais, é feito toda uma preparação e quando o mesmo é conduzido a um Angical ou Trono Milenar, nossos Mentores  acertam previamente com o Doutrinador,Apará com seus mentores para que não haja falha nesse processo.
                3-Em sua grande maioria esses sofredores ou cobradores são nossos velhos conhecidos, amigos, parentes de outras encarnações que por razões desconhecidas houve um desentendimento e dessa forma passaram a nutrir um ódio muito forte em relação ao seu algoz, levando a uma condição de sofredor e até de um obsessor.
                4-Esses espíritos podem encontrar-se perdidos, falando coisa sem nexo, não tem compromisso com a verdade e podem criar histórias fantasiosas que podem deixar os Doutrinadores confusos ou perdidos.
                5-Dificilmente esses espíritos depois de passarem centenas de anos no espaço, confusos irão sair de um trabalho dessa natureza falando Louvado Seja Nosso Senhor jesus Cristo.
                6-A obrigação do Doutrinador é orientar, conscientizar aquele espirito de sua trajetória, quem ele foi, quem é , e quem poderá ser a partir daquele ritual.
                7-É importante o Doutrinador se lembrar que o Apará que ali está tem um plexo físico, que  mesmo incorporado sente a força pesada da emanação daquele espirito, uma conversa demasiadamente longa pode não trazer o resultado esperado para aquele trabalho.
                8- O perdão das duas partes é imensamente importante mas ele só será concedido quando o padrão vibratório, o quantum energético do trabalho favorecer tal situação. O Doutrinador ficar forçando, indo além do limite que sua sensibilidade sabe qual é, pode abrir portas para uma grande interferência.
                9-Nossa doutrina não há demandas com espíritos de qualquer natureza, assim como não faz nenhum tipo de acordo com espíritos sofredores.
                10-Lembrando uma situação que um amigo meu Doutrinador fez: Os desentendimentos transcendentais podem ocorrer das mais variadas formas, e as vezes a sobrevivência em determinadas situações em que principalmente houve batalhas ou guerras, levaram dois espíritos a se endividarem, mas temos que lembrar que ambos saíram prontos para essa guerra, dessa forma, o acerto de contas, o reajuste espiritual é interessante para as duas partes, assim a doutrina de conscientizar aquele espirito será de grande valia.
                11-lembre-se que aquele espirito pode estar lhe acompanhando por muito tempo e até em várias encarnações portanto ele lhe conhece, ser sincero em palavras e atos é importantíssimo.
                12-Por último; segundo nossa Clarividente após aquele reencontro, nos planos espirituais o Doutrinador reencontrará aquele espirito que ele doutrinou e terminarão aquela doutrina iniciada no trabalho de Angical.
               
Adjunto Adelano
Março-2014