MEDIUNIDADES ESPECIAIS VILELA




MEDIUNIDADES ESPECIAIS VILELA

            Salve Deus!
            Em nossa doutrina a mediunidade que faz nosso sistema doutrinário funcionar é o Doutrinador e o Apará. Esse último embora já existia também é uma criação de Tia Neiva ou melhor, de nossa doutrina. Haja visto que o Apará, que é o médium de incorporação trabalha sob juramento. Também há de se considerar que esse médium, em sua maioria, não perde sua consciência durante sua manifestação, isso foi um pedido de Tia Neiva a Pai Seta Branca, pela razão do médium inconsciente sofrer por não conseguir manter o domínio sobre seu corpo durante a incorporação.
O Doutrinador é o médium que trabalha de olhos abertos, nessa condição ele se mantém alerta mas, plenamente ligado aos planos espirituais, recebendo e percebendo todas as nuanças do ambiente e dos planos aos quais ele está ligado.
Porém, existem outras mediunidades ou dons que o missionário quando chega a doutrina traz consigo. Ao chegar a doutrina seus chacras pertinentes as mediunidades funcionais da corrente indiana do espaço são ativados, dessa forma eles passam a ser dominantes no médium. As outras mediunidades continuam a existir só, que de forma menos perceptível, pois a mecânica espiritual da doutrina por sua funcionalidade e por ser unicamente desobsessiva não necessita dessas outras mediunidades.
Não é raro ou incomum ouvir relatos de pessoas sérias sobre suas condições de sensitivos. A vidência é uma das condições mais comuns dentro desse universo. A psicografia também é outra forma de mediunidade bastante comum no nosso meio doutrinário. Então porque não se fala nos âmbitos do desenvolvimento sobre essas mediunidades?  Como o Doutrinador e o Apará são mediunidades básicas e intrínsecas ao sistema doutrinário, fomentar ou incentivar nossos aspirantes a médiuns sobre a existência dessas mediunidades pelo caráter da influência psicológica pode prejudicar o andamento de seu desenvolvimento na doutrina.
            Em nossa doutrina há um caso muito especial e que talvez seja um dos grandes desafios a ser vencido e resolvido. Tia Neiva com sua mediunidade de clarividente, bom que seja dito, que segundo ela, um clarividente surge a cada trezentos anos, ela conseguia identificar a herança transcendental de cada indivíduo, assim dessa forma ela consegui identificar um jovem mineiro que conhecemos como Vilela.
Muito embora sendo um médium de fortes características  mediúnicas, cuja sensibilidade na condição de retratar,tornar visível ao nossos olhos o mundo espiritual e suas individualidades, não faz parte diretamente de nosso corpo mediúnico e tão pouco usa nossas indumentárias assim como, não participa de nossos rituais, não há como negar que ele faz parte de nosso povo.
            A capacidade de pintar,desenhar ou transcrever figuras e elementos que podem ser de dimensões espirituais várias pessoas tem. Mas outorgado pela clarividente só temos o Artista Vilela. Não se trata em dizer que outros não consigam pintar nossas entidades, mas autorizado, e com a certeza  que realmente são nossas coisas e mesmo depois de seu desencarne , os olhos da clarividente continua a conduzi-lo é um fato inegável. Nossa doutrina é tão complexa que negar qualquer ação da clarividente Neiva Chaves Zelaya na força de Koatay 108 é negar o todo, ou simplesmente negar de sua clarividência.
            É preciso muita prudência no que concerne em aceitar, ou tentar mudar tudo quanto nos deixou Tia Neiva. Há uma frase de Pai Seta Branca muito bonita, séria e complexa que nos alerta que:
            “Cuidado com as grandes filas que avançam estar em nome de Deus!
            Adjunto Adelano
            Março 2013