Tia Neiva e o Ajanã que participou de um trabalho especial



Tia Neiva e o Ajanã que participou de um trabalho especial


            Salve Deus!

            Nossa consciência cristã sempre nos leva a estar pronto para servir na condição de missionários, principalmente quando alguém próximo a nós estar num processo de sofrimento ou dor. Dessa forma não costumamos avaliar os risco e tão pouco a técnica e ensinamentos doutrinários e risco que podemos passar.
            O Ano era 1985, a Clarividente  cumpria seu calvário em relação a sua difícil condição respiratório. Seus assessores carregam a garrafa de oxigênio onde quer que ela fosse, o narizinho feria lhe, e mesmo Tia Neiva atendia com muita devoção doutrinária todos que procuravam. Dentre seus assessores, havia uma grande parte de ajanãs, os quais dividiam suas tarefas mediúnicas entre cuidar da Clarividente e suas funções de médium de incorporação.
            Nosso personagem após sair da Casa Grande por volta das 18.00 horas fora convidado por um comandante a participar de um trabalho especial, que na época eram autorizados pela Clarividente com bastante frequência. As haviam aquele ainda que teimavam em realiza-los sem sua autorização.
Nosso personagem após participar do bendito trabalho, resolve visitar Tia Neiva antes de dirigir-se a sua residência, sempre ia tomar a benção a sua Mãe clarividente.
Entra na Casa Grande com o peito cheio de orgulho por ter contribuído com sua mediunidade na desobsessão de mais uma pessoa.
Ao chegar no corredor que antecedia o  sétimo, Tia Neiva o avistou e lhe perguntou:
            -Onde você estava Meu Filho!
            Tia, estava ali participando de um trabalho especial. Respondeu o Ajanã!
            Tia Neiva respondeu imediatamente:
            -Meu Filho!
            -Você não tem templo para trabalhar?
            Nesta época havia um aviso deixado pela clarividente na porta do templo que dizia da seguinte forma:

            “O 5ºYURÊ QUE INCORPORAR FORA DO TEMPLO PODERÁ PERDER SUA CLASSIFICAÇÃO”
            As vezes, temos que raciocinar dentro de uma conduta iniciática, os risco que envolvem as práticas são desconhecidos e enormes, nem sempre a vontade religiosa que nos leva a ter pena e ultrapassarmos o limite da razão doutrinária nos leva a ultrapassar a linha da segurança física e espiritual.

            Gilmar
            Adjunto Adelano
            Janeiro-2013